Arquivo do autor:chikletinho

Sobre chikletinho

Very cool!

Zeca Baleiro – Concerto [2010 – MP3/320]

Zeca Baleiro – Concerto (2010)

Ano: 2010 

Formato: MP3 

Bitrate: 320 Kbps 

Lista de Música


01. Barco
02. A Depender de Mim
03. Chuva
04. Mais Um Dia Cinza Em São Paulo
05. Eu Não Matei Joana D’Arc
06. Autonomia
07. Desengano
08 Milonga Del Mejor
09. Armário
10. Bangalô
11. Respire Fundo
12. Best Of You
13. Tem Francesa No Morro

Download >> http://www.megaupload.com/?d=MNU82I69


Hipocrisia tem limite [ricaperrone]

Eu sei, é bonito defender causas nobres e que estejam na moda. Sei também que vai pintar ONG pra tudo que é lado me enchendo o saco e interpretando o que eu digo, também, como uma “ofensa” ou “preconceito”. Mas, convenhamos, sem viadagem… já deu né?

O Cruzeiro ser punido no Voley porque sua torcida chamou o carinha do outro time de “viado” é a piada do século. Pra mim, é claro. Pra muitos é a “lição de moral” do ano.

Qualé a novidade em uma torcida chamar um adversário de viado? Qual foi o jogo, dentre os últimos 9 milhões aqui no Brasil, onde a torcida local não chamou o destaque rival de “viado”?

Onde é que está o processo contra as torcidas que chamaram o Ronaldo de gordo?

Cadê a liga da justiça pra encher o saco quando xingam a mãe do juiz no futebol?

Não tem ONG “Mamães legais” ainda? Cria uma aí, pô! Se dá grana não sei, mas ibope dá.

Vamos separar as coisas e excluir o oportunismo ignorante, que é o pior que tem.

O sujeito que nasce negro ou branco não pode ser discriminado pela cor que tem. Racismo é CRIME, é absurdo e não faz sentido.

O que não tem NADA a ver com o fato de eu virar pros meus amigos negros e chama-los, carinhosamente, de “Negão”. Pois assim o Pelé, rei do futebol, se chama, por exemplo.

Como nunca dei ataque por ser chamado de “gordinho” ou “alemão”.

São termos que, goste você ou não, perderam o tom ofensivo. É absolutamente popular, comum, inofensivo.

Assim como brincar com seu amigo e chama-lo de “viado”, ou hostilizar um rival com o termo. É normal, não quer dizer que “odiamos você por você gostar de meninos”.

Quer dizer: “Você é viado!”, sendo ou não. É uma forma de mexer com o jogo, só.

Ser gay, que no meu conceito é 100% diferente de ser viado, é uma OPÇÃO SEXUAL. Viado é uma “opção pra aparecer”. Assim sendo, é opcional ser gótico, Emo, pagodeiro, roqueiro, palmeirense, flamenguista, etc. Você escolhe o que quer ser e como quer viver. E isso gera grupos que se afastam ou se aproximam de você.

Adoro samba, logo, tenho enorme facilidade em ter amigos sambistas. Não tenho, porém, grandes amigos roqueiros daqueles que andam de preto balançando a cabeça. Sou guitarrofobico?

Porra! São escolhas, e não ofendendo, não menosprezando, é tão direito seu andar de rosa quanto meu andar do outro lado da rua. Qualé?

Você quer ser gay ou amigão da galera? Quer ter direitos ou “mais direitos” que os outros?

Pelo que brigam, afinal?

Porque nunca no esporte ficaram de nhe-nhe-nhe com as ofensas de uma torcida a um jogador e agora vão fazer isso?

Porque ele é gay? E dai? Quem disse que a mãe do juiz não é, de fato, uma puta?

Como fica então as musiquinhas de torcida que ofendem pessoas de outro estado a cada jogo? Puniram alguém por isso?

Fizeram ondinha por isso?

Me lembro que na Vila Belmiro a torcida do Santos meteu faixas tirando sarro do Richarlyson, que jura não ser gay. No outro dia tinha jornal e principalmente moralista babaca na tv dizendo que o “ato homofobico” da torcida….

Que homofobia se ele é homem???????

Homofobico é você, que está chamando ele de gay.  A torcida deu a ele o mesmo tratamento que dá ao destaque do time rival, sempre.

Maior palhaçada esportiva que já vi nos últimos tempos a punição ao Cruzeiro. Ridículo, lamentável e hipocrita.

Eu não sou gay, nunca destratei um gay, não sou homofobico, mas não quero ter um filho gay. Como não quero ter um filho gótico e nem Emo, o que não me torna um “emofobico” ou “Goticofobico” e nem gera centenas de moralistas me enchendo o saco.

Porque? Quem está tendo “tratamento diferenciado” agora?

Sejam gays. A gente aceita. Só não forcem pra ser “exemplo”.

Se querem igualdade, taí. O que querem, agora, é tratamento VIP.

Já nos obrigaram, com razão, a respeitar. Não tentem nos obrigar a gostar.

abs,
RicaPerrone

NÃO DEIXEM DE ACESSAR >> http://www.ricaperrone.com.br/ << Fonte


Pink Floyd At Live 8 BBC – 2005

Pink Floyd – Reunidos pela última vez Em Julho de 2005, o mundo presenciou novamente o encontro de um gigante do rock.  Talvez a  reunião mais emblemática da história, ultrapassando em importância e qualidade outro gigante adormecido, que foi o Led Zeppelin. pós este show, rumores correram, milionários ofereceram tudo que tinham para que a banda fizesse uma turnê com a formação original. Não aconteceu. Em novembro de 2008, Richard Wright, tecladista e fundador da banda, injustamente excluído da banda por Waters no passado, morreu de câncer. Felizmente, esta reunião aconteceu. Não precisaremos imaginar como seria um show histórico onde a maior banda de rock progressivo da história retornaria imponente.

Gênero: Rock / Show Musical
Idioma: Original – Inglês
Local: Inglaterra
Ano de Lançamento: 2005
Emissora: BBC
Elenco: Pink Floyd [formação Clássica] 

Músicas:
Speak to Me/Breathe
Money
Wish You Were Here
Comfortably Numb

Qualidade: Excelente – TVRip
Formato: AVI
Duração: 23 min.
Resolução: 640×360 pixels
Tamanho: 338 Mb
Codec: DivX 

http://www.megaupload.com/?d=LNG49AFH


Engenheiros do Hawaii – Acústico II Novos Horizontes [2007 – DVDRip/MP3]

  

Ficha Técnica
Lançado em : 2007
Gravado em : 30 e 31 de Maio de 2007
Gênero(s)  : Rock
Gravadora(s) :Universal Music
Produção : Marcelo Sussekind
Cronologia de Engenheiros do Hawaii

01 – Toda forma de poder
02 – Vertical
03 – Guantánamo
04 – A montanha
05 – Quebra-cabeça
06 – No meio de tudo, você
07 – Não consigo odiar ninguém
08 – Cinza
09 – Coração blindado
10 – A onda
11 – Parabólica
12 – Faz de conta
13 – Novos horizontes
14 – Alivio imediato
15 – Simples de coração
16 – Piano bar
17 – Luz
18 – Pra ser sincero

Formato dos arquivos: AVI
Resolução:640 x 368 píxels
Codecs Utilizados: Xvid
Aúdio: MP3

Megaupload: http://www.megaupload.com/?d=E0XL1X2V


Primeiras Impressões: Pioneer One

Ela é a pioneira. Ela poderá fazer parte da história mundial do entretenimento. Ela é Pioneer One, a primeira série feita para internet e patrocinada exclusivamente por internautas. Seja bem-vindo ao (provável) futuro das séries!

Spoilers “Misteriosos” Abaixo:

O projeto que está sendo financiado em sua grande parte pelo site VODO (VOluntary DOnation), que é uma plataforma de distribuição de conteúdo online, é pequeno (o episódio piloto custou US$ 6.000,00), mas possui grandes ambições. Além de ser a primeira série feita exclusivamente para internet, ela é distribuída totalmente de graça via download. Isso mesmo! Por meio de sua rede de torrent, a VODO pretende revolucionar o modo como a indústria cinematográfica produz e promove seus projetos. Destacando que grupos como Limewire e uTorrent, além de sites como EZTV e The Pirate Bay, também deram seu apoio total ao projeto.

Agora, sobre a série em si: ela esta sendo escrita e dirigida por Josh Bernhard e Bracey Smith, que já trabalharam juntos no filme The Lionshare, outra produção alternativa. Sendo planejada para possuir 4 temporadas, contando com 7 episódios cada, a história não poderia ser mais interessante também. A sinopse oficial descreve-a da seguinte forma:

“Numa contemporânea América do Norte, um objeto retorna à Terra. Uma agência governamental recupera o que parece ser uma capsula espacial da era soviética e que desapareceu décadas atrás. Dentro dela, eles encontram o impossível – algo que vai ter ramificações para todo o mundo”

Tive a oportunidade de assistir o piloto e vi ali muito potencial. A forma como ela é filmada não nega seu baixo custo, como várias tomadas em ambientes fechados e focos excessivos nos rostos dos atores. Falando no atores, as interpretações não chegaram a ser brilhantes ou a encher os olhos, mas souberam ser no mínimo convincentes, algo que atores nacionais têm demonstrando nem ao menos conseguir. Detalhe: o nome da série remota a 1ª nave espacial que foi lançada pela NASA  em 1958, e que fracassou em sua missão de chegar a Lua.

A trama inicia-se com um monólogo do protagonista sobre como se deu os momentos marcantes e significativos da humanidade, incluindo já aí o evento que a série pretende nos revelar ao longo da história.

Numa central de observação espacial, um grupo de astrônomos identifica um objeto invadindo o espaço aéreo canadense, que acaba se chocando no estado de Montana nos EUA. A partir daí somos apresentados aos agentes da Segurança Nacional responsáveis por descobrir o que houve e se há alguma ameaça terrorista ligada ao evento, já que o objeto espalhou uma grande quantidade de material radioativo pelo estado. O agente encarregado pelas investigações chega à base americana, onde é informado que um suspeito esta sendo mantido. Também recebemos a confirmação de que o tal objeto era uma Soyuz, um espaçonave soviética até hoje utilizada pela Rússia, e que havia, portanto, uma tripulação em seu interior.

Claro que uma nave soviética tripulada em pleno século XXI já é algo para lá de estranho, mas o mistério com o qual a série pretende prender nossa atenção é muito maior: segundo os registros em russo encontrados na nave, que foram devidamente traduzidos por uma das agentes (ela fala 47 línguas), o tripulante seria filho de um cosmonauta russo enviado para Marte em meados da década de 80. As perguntas sem respostas surgem naturalmente: Como foi possível um astronauta viver tanto tempo em Marte? Como ele teve um filho? Haverá mais pessoas habitando o “planeta vermelho”? Agora cabe ao agente (o qual não gravei o nome) descobrir, contando com ajuda de um especialista, se existe alguma verdade nessa história. E, consequentemente, se esta é a maior descoberta feita nos últimos anos da história da humanidade.

Uma trama intrigante e com muito potencial, mas que já ganha pontos por sua iniciativa inovadora. Uma série para se ficar de olho. Ou melhor, para clicar em “download”.

Adriel Santos Santana

 

Você pode fazer o download nesse site >> http://vodo.net/pioneerone

Para o Download da série no site oficial você precisa ter instalado uma programa torrent >> http://www.baixaki.com.br/site/dwnld37053.htm FIQUE DE SEED

A série é muito show, vale a pena acompanhar!! Patrocine essa idéia! PIONEER ONE [2011]


Entendendo definitivamente os homens [Para elas]

(numa visão real e verdadeira de Arnaldo Jabor)

Foi lendo um monte de besteiras que as mulheres escrevem em livros sobre o ‘universo masculino’, que resolvi escrever esse e-mail. Não tenho objetivo de ‘revelar’ os segredos dos homens, mas amigos me desculpem. Não se trata de quebrar nosso código de ética. Isso vai ajudar as mulheres a entenderem os homens e, enfim, pararem de tentar nos mudar com métodos ineficazes.

Vou começar de sola. Se não estiver preparada nem continue a ler. E digo com segurança: o que escrevo aqui se aplica a 99,9% dos homens baianos e brasileiros (sem medo de errar).


Não existe homem fiel. Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo. É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens. Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel, ou porque está apaixonado (algo que não dura muito tempo – no máximo alguns meses – nem se iluda) ou porque está cercado por todos os lados (veremos adiante que não adianta cercá-lo: isso vai se voltar contra você). A única exceção é o crente extremamente convicto, mas agüente as outras conseqüências.


Não desanime. O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo. A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia. Não é como a da mulher. Mulher tem que admirar para trair; ter algum envolvimento.
O homem só precisa de uma bunda. A mulher precisa de um motivo para trair, o homem precisa de uma mulher.


Não fique desencantada com a vida por isso. A traição tem seu lado positivo. Até digo, é um mal necessário. O cara que fica cercado, sem trair é infeliz no casamento, seu desempenho sexual diminui (isso mesmo, o desempenho com a esposa diminui), ele fica mal da cabeça. Entenda de uma vez por todas: homens e mulheres são diferentes. Se quiser alguém que pense como você, vire lésbica (várias já fizeram isso e deu certo), ou case com um viado enrustido que precisa de uma mulher para se enquadrar no modelo social. Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer (isso é química, tudo no cérebro). A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal, com segurança de ter uma família estruturada e saudável, com um bom homem ao lado que a proteja e lhe dê carinho.

O homem é mais voltado para a profissão e para a realização pessoal e a realização pessoal dele vem de diversas formas: pode vir com o sentimento de paternidade, com uma família estruturada, etc., mas nunca vai vir se não puder ter acesso a outras fêmeas e se não puder ter relativo sucesso na profissão. Se você cercar seu homem (tipo, mulher que é sócia do marido na empresa; o cara não dá um passo no dia-a-dia sem ela) você vai sufocá-lo de tal forma que ele pode até não ter espaço para lhe trair, mas ou seu casamento vai durar pouco, ou ele vai ser gordo (vai buscar a fuga na comida) e vai ser pobre (por que não vai ter a cabeça tranqüila para se desenvolver profissionalmente. (Vai ser um cara sem ambição e sem futuro).


Não tente mudar para seu homem ser fiel. Não adianta. Silicone, curso de dança sensual, se vestir de enfermeira, etc… Nada disso vai adiantar.
É lógico que quanto mais largada você for, menor a vontade do homem de ficar com você e maior as chances do divórcio.
Se ser perfeita adiantasse Julia Roberts não tinha casado três vezes. Até Gisele Bunchen foi largada por Di Caprio, não é você que vai ser diferente (mas é bom não desanimar e sempre dar aquela malhadinha). O segredo é dar espaço para o homem viajar nos seus desejos: na maioria das vezes, quando ele não está sufocado pela mulher ele nem chega a trair, fica só nas paqueras, troca de olhares. Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento. Deixe ele se distrair, todos precisam de lazer.


Se você busca o homem perfeito, pode continuar vendo novela das seis.
Eles não existem nesse conceito que você imagina. Os homens perfeitos de hoje são aqueles bem desenvolvidos profissionalmente, que traem esporadicamente (uma vez a cada dois meses, por exemplo), mas que respeitam a mulher, ou seja, não gastam o dinheiro da família com amantes, não constituem outra família, não traem muitas vezes, não mantêm relações várias vezes com a mesma mulher (para não criar vínculos) e, sobretudo, são muuuuuito discretos: não deixam a esposa saber (e nem ninguém da sua relação, como amigas, familiares, etc.).
Só, e somente só, um ou outro amigo DELE deve saber, faz parte do prazer do homem contar vantagem sexual. Pegar e não falar para os amigos é pior do que não pegar. As traições do homem perfeito geralmente são numa escapulida numa boate, ou com uma garota de programa (usando camisinha e sem fazer sexo oral nela), ou mesmo com uma mulher casada de passagem por sua cidade. O homem perfeito nunca trai com mulheres solteiras. Elas são causadoras de problemas. Isso remete ao próximo tópico.


ESSE TÓPICO NÃO É PARA AS ESPOSAS – É PARA AS SOLTEIRAS OU AMANTES:

Esqueçam de uma vez por todas esse negócio de que homem não gosta de mulher fácil. Homem adora mulher fácil. Se ‘der’ de prima então, é o máximo. Todo homem sabe que não existe mulher santa. Se ela está se fazendo de difícil ele parte para outra. A demanda é muito maior do que a procura. O mercado tá cheio de mulher gostosa. O que homem não gosta é de mulher que liga no dia seguinte. Isso não é ser fácil, é ser problemática (mulher problema). Ou, como se diz na gíria, é pepino puro. O fato de você não ligar para o homem e ele gostar de você não quer dizer que foi por você se fazer de difícil, mas sim por você não representar ameaça para ele. Ele vai ficar com tanta simpatia por você que você pode até conseguir fisgá-lo e roubá-lo da mulher. Ele vai começar a se envolver sem perceber. Vai começar ELE a te procurar. Se ele não te procurar era porque ele só queria aquilo mesmo. Parta para outro e deixe esse de stand by. Não vá se vingar, você só piora a situação e não lucra nada com isso. Não se sinta usada, você também fez uso do corpo dele – faz parte do jogo; guarde como um momento bom de sua vida.


90% dos homens não querem nada sério. Os 10% restantes estão momentaneamente cansados da vida de balada ou estão ficando com má fama por não estarem casados ou enamorados; por isso procuram casamento. Portanto, são máximas as chances do homem mentir em quase tudo que te fala no primeiro encontro (ele só quer te comer, sempre). Não seja idiota, aproveite o momento, finja que acredita que ele está apaixonado e dê logo para ele (e corra o risco de fisgá-lo) ou então nem saia com ele. Fazer doce só agrava a situação, estamos em 2008 e não em 1958. Esqueça os conselhos da sua avó, os tempos são outros.


Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida faça o seguinte: Tente achar o homem perfeito do 5º item, dê espaço para ele. Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação. Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, malhe, tenha uma profissão (não seja dona de casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa. Nada de sufocos, de ‘conversar sobre a relação’, de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco, etc. Você pode até criar ‘muros’ para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos. Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado e o casamento vai começar a ruir.

A última dica:

Se você está revoltada por este e-mail, aqui vai um conselho: vá tomar uma água e volte para ler com o espírito desarmado. Se revoltar quanto ao que está escrito não vai resolver nada em sua vida. Acreditar que o que está aqui é mentira ou exagero pode ser uma boa técnica (iludir-se faz parte da vida, se você é dessas, boa sorte!).
Mas tudo é a pura verdade. Seu marido/noivo/namorado te ama, tenha certeza, senão não estaria com você, mas trair é como um remédio; um lubrificante para o motor do carro. Isso é científico.
O homem que você deve buscar para ser feliz é o homem perfeito do item 5º. Diferente disso ou é crente, ou viado ou tem algum trauma (e na maioria dos casos vão ser pobres). O que você procura pode ser impossível de achar, então, procure algo que você pode achar e seja feliz ao invés de passar a vida inteira procurando algo indefectível que você nunca vai encontrar.

Espero ter ajudado em alguma coisa.

Agora, depois de tudo isso dito, cadê a coragem de mandar este e-mail para minha mulher?

Arnaldo Jabor


Emenda do Divórcio direto: diminuição do sofrimento ou banalização do casamento? [PdH]

Foto do autor

por Alexandre Nunes
em 23/07/2010 às 15:34 | DebatesMundoSexo

 

Seguindo uma onda liberalista que cede ao indivíduo o maior grau de liberdade possível, confia na força da razão, entende a natureza humana e procura reduzir ao mínimo os inevitáveis conflitos sociais, recentemente promulgou-se a Emenda Constitucional nº 66, coloquial e erroneamente conhecida como a Nova Lei do Divórcio.

 

Com ela, acaba a exigência legal para que o divórcio seja precedido de dois anos de separaçãode fato ou um ano de separação de direito (homologada pela Justiça ou celebrada em cartório de notas), concedendo assim maior autonomia a casais que desejam dar fim ao seu matrimônio.

O propósito da referida Emenda foi extinguir ou reduzir a indevida interferência do Estado na vida privada e na intimidade das pessoas, facilitando-as serem felizes ao lado de quem realmente amam ou pelo menos acelerando o processo de afastamento de quem não amam – ou até mesmo odeiam – e o abreviamento de uma situação de infelicidade.

“Já voltou do divórcio? Ele ficou muito surpreso ou vem comer com a gente?”

Otimista essa tendência de menor intervenção do Estado na vida do cidadão, já que duas pessoas unidas civilmente por vontade própria podem e devem ter o direito de dissolver esse contrato da mesma forma que o contraíram. No momento da celebração do casamento não é necessário o consentimento do Estado para sua ocorrência no sentido de se perguntar há quanto tempo o casal está junto, logo não há que se falar em tal exigência para o divórcio. É bem verdade que a responsabilidade é transferida para as pessoas, para que façam suas escolhas e respondam por elas sem o apajeamento estatal.

A separação é um instituto retrógrado baseado em um discurso religioso também ultrapassado. Não há que se falar na manutenção do casamento obrigando os cônjuges a ficarem juntos ou simplesmente postergando o seu afastamento definitivo, mantendo-os a permanecerem no limbo de não estarem nem casados em paz e nem livres para buscarem sua felicidade.

Ao longo dos anos, percebeu-se que a parcela de casais que retomam o matrimônio após a separação é mínima e que aquele momento de reflexão se mostrou inócuo, provando-se assim que dificultar o divórcio é protecionismo descabido, já que não respalda a família enquanto instituição.

Filho de pais divorciados que sou, sei bem que passar por um processo de separação para posteriormente dar andamento a um processo de divórcio é uma via crucis, e mais do que um sofrimento dobrado, é um sofrimento ao quadrado. Passar por esse doloroso caminho jurídico e psicológico e ser obrigado, após um ano de separação, a cutucar as feridas para conversão da separação em divórcio, é um infortúnio desnecessário.

Logo, vejo essa mudança como positiva por tornar o processo mais rápido, representando assim incomensurável avanço, já que se eliminou com essa Emenda todo e qualquer pré-requisito anteriormente estabelecido para o divórcio, exigindo para tanto somente a existência do casamento. Além da dor emocional de ter que se deparar novamente com o cenário de destruição de um lar, poupa-se o bolso do casal, pois evita a contratação de novos advogados e o pagamento de novas custas na ação de divórcio, que é autônoma. Ainda temos, ao menos em parte, o desafogamento do Judiciário.

Qualquer ajuda é bem-vinda.

Apesar de conseguir encontrar alguns poucos contras nessa nova regra, ser totalmente contrário a sua aprovação seria adotar um discurso moralista no mínimo temeroso. Fato é que a norma apresenta certa obscuridade e que a redação da Emenda à Constituição deveria ser mais completa, evitando assim discussões, variadas interpretações e consequentemente insegurança jurídica.

A dúvida predominante gira em torno da subsistência ou não da figura da culpa no atual instituto do divórcio. Para o legislador, o casamento é um contrato civil que estabelece deveres para os cônjuges. A quebra desse contrato por uma das partes implicava, obrigatoriamente, a culpa de alguém. Esse alguém, definido pelo juiz, normalmente sofria algumas sanções (como a perda da guarda de um filho, por exemplo) que não existiriam se houvesse estrito cumprimento dos deveres conjugais.

Como a discussão da culpa se dá na etapa de separação (que desaparece com a nova redação da Constituição Federal no que tange ao divórcio), alguns juristas entendem que também a figura da culpa deixará de existir. Outros, contudo, compreendem que a discussão sobre este assunto apenas muda da etapa da separação para o divórcio, entendimento este compartilhado por mim.

Não há que se falar em supressão da culpa, visto que essa somente será transferida para o divórcio e as suas consequências serão as mesmas. Não há como pensar em extinção do contrato do casamento para posterior apuração da culpa naquela relação contratual já extinta, sob o risco de total imoralidade e irresponsabilidade legal.

Neste caminho, entendo ser possível o exame da culpa e todos os demais pontos próprios da separação no divórcio, transformando a ruptura definitiva do casamento e a discussão sobre guarda de filhos, alimentos, divisão de bens, atos desonrosos recíprocos ou não, infidelidade, etc em um só célere momento.

Nada como a vida pós-divórcio…

Há os que dizem que a nova lei fará com que mais casamentos se dissolvam, que a instituição do matrimônio está sendo destruída aos poucos e que o Estado está deixando de proteger a família. Vejo como ínfima qualquer alteração estatística quanto ao número de divórcios, haja vista que, como citado anteriormente, a parcela de casais que voltam atrás de uma decisão de separação é esmagadoramente minoritária.

Curiosamente, é provável que ocorra um número maior de matrimônios, já que muitos dos casais que se separam acabam não se divorciando, ficando impossibilitados, assim, de contrair novo casamento. Logo, qualquer um dos cônjuges poderá reconstruir sua vida afetiva com outra pessoa sem qualquer impedimento, sem precisar valer-se do instituto da união estável, e ainda evitando os casos em que uma das partes posterga ao máximo o divórcio somente para empacar a vida do ex.

Aquele casal que ainda tem dúvidas quanto à ruptura definitiva de um contrato de casamento deverá agir parcimoniosamente para que não reste arrependimento posterior ao divórcio, já que a impulsividade poderá levá-los à amargura de terem tomado uma decisão precipitadamente.

Finalizando, nossas contemplações ainda se mostram preliminares e sujeitas à crítica, porém não há que se negar que estamos presenciando uma espetacular revolução no direito de família brasileiro, e que tal revolução é fruto do dinamismo do mundo globalizado em que vivemos.