Arquivo do mês: novembro 2010

120 anos do nascimento de Agatha Christie, a “Rainha do Crime”.

Tecnicamente, a comemoração se encerrou há pouco mais de 90 minutos. Pelo twitter enfatizamos a data divulgando o logo comemorativo fodástico criado pelo Google – mas divulgado somente em certos países, como a Inglaterra:

 

Atentem para o bigodinho de Hercule Poirot.

No entanto, deixar passar em branco por nossa home seria um sacrilégio. Quem aqui nunca ouviu falar em marcos como “Assassinato no Expresso do Oriente” e “O Caso dos Dez Negrinhos”?

A meiga senhora vendeu mais de 2 bilhões de livros em todo o mundo, marca superada apenas pela Bíblia e por William Shakespeare. Publicou 66 romances policiais, 150+ contos e 20 peças de teatro. Mais produtivo do que tricotar casaquinhos de inverno com estampas temáticas para os netos.

Ela foi a vovó mais diabólica da literatura mundial. Adorável, não?

Agatha, nos rendemos ao seu talento!

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GUILHERME NASCIMENTO VALADARES

Criador da PdH. Valoriza os bons amigos, boas cervejas e o trabalho. Baixa tolerância a papo furado e idiotas.

 


[18+] Garotas assistem filme pornô? [Papo de Homem]

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por Bel
em 15/07/2010 às 10:19 | Artigos e ensaiosLadies RoomSexo

Poder-se-ia dizer que todo ser humano curte uma pornografia, mas não vou generalizar porque, como os comentaristas de blog dizem, generalizações são idiotas. Eu poderia dizer que ao menos todos os homens curtem um vídeos e filmes pornôs, mas conheci bem uns 3 ou 4 na minha vida que não gostavam. Nunca entendi o porquê.

 

Arriscando um radicalismo desnecessário, diria até mesmo que é anti-natural uma garota dizer que não se excita vendo pornôs.

Talvez ela não se excite vendo este ou aquele pornô específico; por existir uma vasta gama de taras registradas em vídeos, pode acontecer de ela assistir meia dúzia de estilos que não se encaixem em suas fantasias. Em vez de se excitar, ela sente nojo, repulsa. Amiguinha, isso é normal. Anormal é você não sentir nem um pouquinho de tesão em nenhum filme pornô. Explico-lhes.

O cara dormiu, ela aproveitou pra ver um pornozinho.

A masturbação dos neurônios espelhos

“O neurônio imita [espelha] o comportamento de outro animal como se estivesse ele próprio a realizar essa ação.” (Wikipedia)

Cês já ouviram falar em neurônios-espelhos? Eles são, basicamente, o que te torna um humano com comportamentos normais e comuns a (quase) todos humanos que nos cercam. No meio educacional tem um ditado em inglês que nos é bem popular: “Children see, children do”.

Isso resume a forma como você se tornou um adulto de comportamento social normal. Vendo as pessoas rindo, dançando, confraternizando, se comunicando, enfim, sendo gente, foi que seu eu-de-muitos-anos-atrás aprendeu a ser gente. Neurônios-espelhos são a razão de você não ser autista, a razão de você mostrar a língua ou rir para um recém-nascido e ele te mostrar a língua ou rir de volta, a razão de você se sentir machão após assistir Rambo IV. Esses neurônios-espelho nascem em você, vão morrer com você…

E vão se masturbar com você, por supuesto.

Se você é uma moça que ri em filmes de comédia, se emociona em dramas, chorou no episódio dePokémon quando o Ash tem que soltar a Butterfree, significa que seus neurônios-espelhos estão em pleno funcionamento. Ao ver um pornô, automaticamente e biologicamente seus neurônios-espelhos te põem naquela situação (ui, delícia). E daí a naturalidade óbvia de se excitar assistindo a um pornô, apesar de que, dependendo da criação e crenças da moça, ela pode negar ou reprimir isso.

Cine Privê, o começo.

Como muitos dos apreciadores do gênero, fui iniciada nos filmes de sexo pela Julia Roberts do softcore, a Emanuelle na versão da Krista Allen. É, esses mesmos do “Cine Privê” (antes “Sexta Sexy”) da Band que você também via, nem tenta mentir que eu sei que você assistiu. Devo ter visto, no mínimo, uns 6 ou 7 da série. Emanuelle na África, no foguete, na banheira, com perfume, com mulher, com negão… Bom, se você tem mais de 20 anos, sabe do que tô falando. Duvido muito que a Emanuelle não tenha povoado algumas das suas madrugadas de sábado, lá pras bandas da década de 90.

Foda aquela época sem Internet rápida o bastante pra se assistir vídeos, hein? Jogai vossas mãos aos céus e agradecei à banda larga e aos sites X-rated, irmãos!

Concordamos que Emanuelle é softcore (alguns chamam de “erótico”), e softcore não é pornografia, mas acho que se eu fosse introduzida nesse mundo diretamente com um vídeo do trem naquilo e daquilo no trem, teria ficado traumatizada, ao invés de… hum… apreciar. Até hoje não sou muito chegada em vídeos extremamente crus e com takes ginecológicos fechados do vuco-vuco e só isso, um monte de fluidos pra lá e pra cá. Eu sou mulherzinha, gosto das coisas mais delicadas, limpinhas e decentes.

Óóóóun!!!

Qual estilo de pornô é mais apreciado pelas mulheres?

Vídeos pornôs são muito bem aceitos entre os homens, cada um com as suas preferências e taras específicas.

Já vi sexo de frente pra uma plateia, sexo no penhasco; já vi duas garotas, um copo e um montão de cocô (uma das coisas mais nojentas que já vi na vida), já vi hiperorgasmo e um montão de xixi, já vi um vídeo japonês de uns dois homens de terno espancando com um peixe cru uma mulher nua e atada (perturbador), um outro vídeo japonês que a vagina da menina tinha dentes e arrancava fora o pinto do cara (ai!), orgias, podolatria, inter-racial, fistings, swings, dildos, gangbangs, threesomes, shibaris, bukkakes, hentais, MILFs, POVs, DPs, BDSM, ATMs…

E sempre me mantive bem longe de pedofilias e bestialismo, porque boto fé que essas coisas devem remeter a algum tipo de doença. Doenças à parte, o leque de variedades de vídeos pornôs disponíveis é inacreditável e extenso. E, mesmo assim, tem mulher que diz não curtir nenhumtipo.

É complicadíssimo encontrar um exemplar fêmeo que admita gostar de assistir pornografia. A maioria diz que acha nojento, sem-graça ou não fica com tesão. Eu mesma não gosto, juro! Só assisto pelo… teor científico da coisa.

Acredito que o estilo pornô que as mulheres apreciam mais é diferente do tipo que os caras gostam. Por exemplo, eu tenho pavor de vídeo de gang-bang, jamais acreditarei que a mulher está tendo prazer de verdade. Também não curto vídeo que é muito encenado.

Filme de terror ou orgia violenta?

Apesar de adorar Brianna Banks, Sylvia Saint, Jenna Jameson e suas trupe de loiras plastificadas e garanhões sarados, dificilmente uma megaprodução pornô com estrelas desse calibre me deixa ligada. Nota dez pro ambiente, iluminação e atuação dos caras, mas no quesito de sex appeal, a meu ver, o tesão mesmo é quase nulo por se distanciar demais da realidade que me apetece. Sou morena sem silicone e curto cara feio, c’est ma vie.

Sem contar que a encenação, por mais convincente que seja, sempre é um fingimento. Ver alguém fingindo gostar do trem não me liga, definitivamente.

Esse é o principal motivo pelo qual prefiro vídeos amadores a filmes de estúdio: nos amadores, o prazer de ambas as partes parece mais real, mais natural e espontâneo. Claro que uma peituda profissional de estúdio se arfando toda também é interessante, mas prefiro assistir a coisa mais genuína.

Voltando ao gangbang (trauma? imagina), raramente vejo um vídeo disso onde há genuinidade; sempre achei que a cara de prazer da atriz era até convincente, mas dava pra sentir ali uma pontinha de cara de nojo. Ou talvez sejam meus neurônios-reflexos com nojo por se sentirem naquela situação, vai saber se tem moça que curte mesmo um monte de sêmen na cara, né?

Já que o título é sobre garotas e filmes pornôs, eu sei que a essa altura você deve estar maquinando o filme certo pra alugar e tentar convencer a patroa a ver contigo, né? Vai a dica: nada de vídeos muito degradantes. Já pensou? Cê convence a mina a assistir um pornô contigo e bota a mina pra assistir uma DP bruta com direito a anal triplo e um monte de porra em cima da mulher. Nada contra, tem quem goste. Mas, de primeira, tem que ser uma coisa mais careta, pra não arriscar demais.

Velvet Ecstasy: pornô feito com casais reais

Cena de um dos vídeos do site. Eles fazem isso fora do estúdio também.

Por mais mente aberta que seja, nem eu sou lá muito… exótica com relação à seleção do que assisto, prefiro vídeos com as ações mais tradicionais. De uma maneira geral, takes que sejam menos centrados na parte ginecológica da coisa, mas que pegue o quadro todo das ações são menos agressivos.

Esses dias me apresentaram um site muito maneiro, o Velvet Ecstasy. Como apreciadora dos amadores, esse estúdio soou como música aos meus ouvidos e manjar para o meu paladar. O Velvet Ecstasy faz produções de qualidade profissional com casais de verdade que realmente querem fazer sexo diante da câmera e se divertir. Não são loiras plastificadas que recebem milhões pra dar pra cinco caras diferentes durante as gravações do dia. Pena que a assinatura custe 20 doletas por mês, mas fica a dica pra vocês me darem um presente bem legal, tá leitores? Façam um punheteira boa moça feliz.

Como eu sou gente boa, vou bem disfarçadamente deixar um link pra um vídeo do VE escondidinho por aí, pra você ver quando sua patroa sair da sala. Esse é o típico vídeo bom pra apresentar a uma mulher que não curte pornô: o rapaz contando as peripécias dele e da namorada antes de começar o rala-e-rola dá um clima todo amigável e descontraído para o sexo em si. É um casal bonito na medida do normal que se apresenta, apesar de que achei a loira uma coisa linda (só podia ter mais peito), o rapaz é todo bonitinho e a tensão sexual entre os dois é bem genuína. Vale a pena, moças.

Pensando em como existem mais pornôs do que peixes no oceano, não sei como tal beleza cinematográfica não caiu no gosto massivo das mulheres. Quero dizer, só 66% das mulherescurtem assistir filme pornô? É pouco. Acho que os 34% restantes precisam conhecer estilos diferentes, ver as pornografias certas que lhes agradam.

É muito difícil mesmo pra gente se excitar vendo um monte de fluídos voando pra lá e pra cá; afinal, somos mulherzinhas, mas acreditem em mim, garotas: existe pornografia boa. Junte-se aos 66%!

*Texto publicado originalmente no extinto blog “Ato ou Efeito”.


De quatro, por que elas gostam tanto? [Papo de Homem]

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por Vanessa Gonçalves
em 14/10/2010 às 15:55 | Ladies Room,PatrocinadoSexo

 

Mito para as mulheres e a preferida dos homens, doggy style, no belo e bom português, nada mais é do que a posição cachorrinho. Alguns “especialistas” garantem que essa é uma das posições mais prazerosas para ambos.

Repare: a cada 10 filmes eróticos, em 10 essa prática é executada. Não que isso seja uma referência válida, mas mostra como a posição é popular.

A velha e boa sensação de entrega

Também conhecida como “ficar de quatro”, esta posição revela uma submissão feminina, que não deve ser interpretada como uma carta branca para apenas acontecer a penetração. Ela compreende uma série de vantagens que poucas posições oferecem: a facilidade para o homem estimular o clitóris, o ânus e seios da garota, a variedade de movimentos possíveis, a possibilidade de que a mulher estimule os testículos do homem e a facilidade para alternar sexo anal e vaginal. Digamos que é uma posição completa, desde que bem aproveitada pelo casal.

Ajoelhar e rezar: o ato mais sacro.

Lembro de uma vez que estava transando na cozinha da casa da minha amiga e o cara me deitou na pia. Não tive tempo de falar nada, ele simplesmente dominou a situação, colocou as minhas mãos pra trás e me deixou sem ação. Nessa hora, minha amiga, você não tem o que fazer. Se o cara é bom, é bom. Nunca me esqueci dessa transa. Ele simplesmente alternou para o sexo anal e fez de mim a mulher mais bem comida daquele dia.

Por outro lado, tenho centenas de amigas que odeiam dar de quatro e centenas de amigos que tem a lesa ideia que toda mulher ama essa posição. É fato, algumas mulheres não se sentem à vontade. Isso acontece, normalmente, porque a penetração é muito mais profunda. O pênis pode tocar o colo do útero e, em alguns casos, provocar dor.

Perguntei a uma colaboradora do Malvadas e ela disse que a vantagem é o ângulo em que as pernas se posicionam:

“Eu controlo o quão fundo a penetração poderá ir.”

É verdade, sendo a base 90º, a mulher pode aumentar ou diminuir o ângulo dando toda a segurança necessária para se render ao prazer.

E a mulher que não gosta, por que faz?

Se não gostam de meter assim, por que diabos aceitam? Eu posso arriscar aqui que a maioria só o faz para agradar o parceiro, talvez por não perceber que esta posição, em toda a sua simplicidade, gera um atravessamento do ser humano/animal. Qualquer homem enlouquece com uma bunda virada pro céu. Sem pensar, sua linhagem o guia, ele simplesmente sabe o que fazer.

Ou melhor, nem todo homem sabe o que fazer diante de uma cena assim.

É essa sua oportunidade de se portar como macho-alfa e conduzir a sua parceira enquanto tem uma ótima visualização de suas curvas. É instintiva e natural a dominação daquele corpo que se expõe aos abraços, pegadas e penetrações. O homem se sente confortável como dominador ao ter de sua parceira um corpo entregue, submisso por opção.

Diz um leitor via Twitter:

“A posição é indicada se você for comer uma mulher feia, barriguda etc. Assim você não precisa olhar para a cara dela, a barriga some e você pode contar com a imaginação.”

Fala sério, hein? Isso parece uma fala de quem nunca comeu uma mulher de quatro, virando-a pescoço para beijá-la ou simplesmente pra fazê-la olhar pra você.

Devo confessar que esta é a minha posição preferida, seja pela condição, pelo jeito, pela liberdade. Afinal, que mulher não adora ver o seu parceiro com aquela pegada firme, mostrando que só com um puxão na cintura nos arranca gemidos? É claro que o homem precisa, de certa maneira, ser cauteloso, sempre utilizando-se da intensidade conforme o gosto da parceira. Tudo tem seu jeito, seu tempo. É nessa hora que o homem prova se tem ou não a tal pegada nervosa.

Para o homem, tudo fica mais fácil né? A gente vai, arrebita o rabo e só espera a dominação do macho. Sim, instinto pré-histórico. Não vamos ser hipócritas, nunca assistiram a A Guerra do Fogo? Basta ao homem saber a maneira mais agradável para agarrar o quadril, controlar os movimentos, puxar o cabelo e, sim, dar uns tapas bem dados, por favor!

http://www.ustream.tv/flash/video/5564454?v3=1
Link Ustream | A mulher dá de quatro desde a pré-história (filme na íntegra aí em cima).

Como o homem fica com todo o trabalho, a mulher pode ajudar no ritmo, mas principalmente se concentrar melhor no que está fazendo. Acredite, toda mulher tem uma imaginação extremamente fértil quando está transando. Se é adepta do sexo anal, então, a posição é muito mais do que recomendada – mas comece com ela deitada de pernas fechadas, não de quatro, pois o risco de doer é menor. Enquanto o parceiro manda brasa, suas mãos ficam livres para mandar ver com os dedos e sentir o saco escrotal batendo no clitóris. Delicia!

Essa é uma posição confortável para alcançar os testículos do companheiro, modificar o movimento com o quadril (sem alterar o ritmo) e, é claro, se tiver um espelho na frente, ter uma visão legal para ambos. Além disso, a posição permite ao pênis ficar pressionado entre os glúteos, o que pode ser muito excitante para o homem.

Diz o Kama Sutra: “no ardor da cópula, um casal fica cego de paixão e prossegue com grande impetuosidade, sem prestar a menor atenção a excessos”.

Agora um aviso para as mulheres: dar de quatro auxilia na dissipação das células de gordura que se acumulam na bunda, ou seja, é como se você fosse fazer uma drenagem linfática – em proporções pequenas, claro, mas já ajuda.

No mais, não existe uma posição mais eficaz para o prazer, todas podem. Se não está divertido de um jeito, vira, mexe e remexe. Tudo é válido desde que dê o máximo de prazer aos envolvidos. No final, isso é o que importa.

 


Conflitos no Rio de Janeiro: vale a pena acompanhar? [Papo De Homem]

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por Seiiti Arata
em 28/11/2010 às 9:30 | DebatesMundo

 

Todo mundo tem algum amigo que, apesar de muito boa gente, está compartilhando por email, Twitter ou Facebook as notícias de atrocidades e terror no Rio de Janeiro. Ou simplesmente usando o muro das lamentações digital para destilar comentários de que a Globo só presta desserviços ao informar bandido, aumentar o caos, sensacionalismo, visões preconceituosas…

 

Ao invés de mandar um “Não. Porra.”, eu acabo é filtrando essas fontes de informação. Quando li o The 4 Hour Work Week, traduzido no Brasil como Trabalhe 4 Horas por Semana, me identifiquei com a ideia da dieta informacional, proposta pelo autor Tim Ferriss. Depois escrevo um post mais completo sobre ele.

Curiosamente, eu já praticava esse princípio antes mesmo de conhecer o livro, pois faz mais de doze anos que não leio jornal, revista genérica ou assisto televisão.

Créditos: Robson Fernadjes (G1) | Focar em outras realidades pode servir como uma fuga dos problemas ao nosso redor?

A Dieta Informacional

O livro propõe identificar exatamente o que é que se pretende fazer da vida, para então praticar uma eliminação seletiva de informações que processamos. Para dar um exemplo, no caso atual de conflitos no Rio de Janeiro entre a polícia e traficantes, é uma grande perda de tempo ficar acompanhando noticiário ou tuitando a respeito, como espectadores do sensacionalismo.

O mesmo se aplica à Copa do Mundo ou eleições presidenciais, que ignorei de propósito. Não tenho a menor ideia de quem é o tal Justin Bieber, que é criticado tanto.

Essa minha alienação é proposital, para que eu não desperdice meu tempo em atividades onde tenho pouca ou nenhuma influência direta.

Prefiro focalizar na qualidade do meu trabalho, em dar a devida atenção para minha família, aos bons amigos, em ir para a academia garantir saúde para manter tudo em harmonia. No caminho, vou ouvindo um dos vários podcasts da Personal Life Media e me torno mais informado sobre tópicos que me permitem fornecer mais valor quando escrevo livros ou posts. Leio pelo menos um livro por semana (alguns que recomendo estão na minha lista de leitura da Amazon que só está visível para quem faz parte da minha rede de contatos – convido você a usar o email seiiti@papodehomem.com.br para podermos conectar)

Egoístas malditos x Maníacos por otimização

Tenho certeza que a esmagadora maioria dos leitores está me xingando de todas as formas possíveis, pois o que acabei de descrever é o comportamento de um egoísta maldito que não merece viver em uma civilização.

Quem ainda está lendo o post e ainda não foi clicar nos comentários para me criticar pode ter a mente aberta para discutir um conceito que eu compreendi melhor após estudar com um mestre da hipnose, o Igor Ledóchowski.

Relaxe e use seu poder de imaginação para visualizar a seguinte situação: você está no trânsito. E vê uma ambulância se aproximando, em alta velocidade, com as luzes de emergência girando e com aquele “uó uó uó”, que produz o Efeito Doppler dos exercícios de física do colegial.

A ambulância ultrapassa o sinal vermelho. Como você se sente?

Créditos: Felipe Dana (G1) | Ao ver imagens assim na TV ou na Internet, você realmente acredita saber o que lá acontece?

Mantenha esse pensamento em mente. Continue visualizando que, logo após a ambulância, passa uma BMW conversível vermelha, e um cara dirige seguindo a ambulância, também ultrapassando o sinal vermelho, na cola da ambulância.

Bom, na maioria dos casos, nós ficaríamos preocupados com a vida de quem a ambulância está procurando salvar… e com ódio do malandro que dirige a BMW conversível, se aproveitando da situação para tirar vantagem do trânsito.

O que Igor propõe é reexaminar a situação caso o cara da BMW seja o marido da moça em apuros dentro da ambulância, desesperado para chegar ao hospital junto com ela. Com essa informação, nossa interpretação da situação pode ser alterada.

Faço um convite semelhante ao do Igor Ledóchowski para quem se ofendeu com o conceito da Dieta Informacional. Olhar apenas o fato de que estou apresentando a Dieta Informacional pode gerar a interpretação negativa, como o do malandro atravessando o farol vermelho. Contextualizo a proposta, explicando o propósito que deve acompanhar a Dieta Informacional para não nos tornarmos carrapatos sociais.

Insisto nessa explicação principalmente para o caso dos leitores PdH que moram no Rio de Janeiro ou que possuem amigos queridos no meio do triste caos e violência que afeta nosso país inteiro. Esse grande parênteses é para usar a capacidade da mente em atribuir diferentes valores, para os mesmos fatos, porém em diferentes contextos.

Eu também concordo que uma pessoa que fica alienada à vida política e social não merece fazer parte da sociedade, pois está apenas sugando valor. Ao mesmo tempo, acho que não traz nenhuma serventia para a sociedade somente o fato de ficar igual uma vítima assustada diante da televisão e lendo jornais. Ou tuitando críticas à Globo e afins.

O fato de assistir ao noticiário nos dá um conforto psicológico de estar bem informado e satisfaz nosso cérebro reptiliano em ver policiais roots explodindo bombas e cabeças voando. Dá material para aquela conversa de bebedouro na firma.

Créditos: Anderson Ramos (iG) | Ver um traficante preso por dia realmente aumenta nossa compreensão e empatia ou apenas reforça preconceitos?

Mas, no final da história, ficar vidrado com essas notícias não é muito diferente de ficar irritadinho contra as vuvuzelas ou incomodado por causa da chuva no meio do feriado. Quando a gente tenta lutar contra a realidade, sempre perdemos.

Nesse caso, qual seria a alternativa ao egoísta maldito? Eu tenho afinidade pelo maníaco por otimização. Que entende que seu recurso de tempo e energia pode ser melhor utilizado fazendo outra coisa ao invés de acompanhar o Datena na telinha ou ler jornais genéricos que apenas narram os fatos (e ainda por cima de forma tendenciosa).

O maníaco por otimização procura uma forma para contribuir para a sociedade com as formas que acredita serem úteis no processo de transformação. No meu caso, invisto algumas horas escrevendo sobre o caso de um empreendedor de sucesso, pois pode ser uma pequena fagulha que estimula alguém a iniciar um projeto. Ou rabiscar um cartum sobre hábitos de consumo, mesmo que eu não tenha talento ou treinamento artístico.

O maníaco por otimização faz aquilo que pode. E, paralelamente, continua investindo seu tempo e recursos para aumentar sua capacidade de fazer ainda mais.

O maníaco por otimização decide excluir informações que o tornam refém passivo da mídia, pois tem muita coisa a ser feita ao seu redor.

*Leia complementar: “A crise no Rio e o pastiche midiático”, de Luiz Eduardo Soares.

 


Windows 7 Loader 1.8

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Sobre: 

Microsoft WAT (Windows Activation Technologies) e é indiscutivelmente a mais segura ativação do Windows já criada.
A própria aplicação injeta um SLIC (Software Licensing Description Table) em seu sistema antes logon do Windows,ferramenta que deixa seu Windows Genuíno para a Microsoft.

• Pode ser executado como um aplicativo independente
• Trabalha bem com todos os idiomas do sistema
• Instalações silenciosas
• Pode ser usado para a pré-ativação
• Verificação da integridade de aplicativos
• Tratamento de erro personalizado
• Suporte para partições ocultas e complexas configurações
• Pode trabalhar junto com o GRUB do Linux ou qualquer outro gerenciador de boot
• Funciona com TrueCrypt e muitos outros tipos de aplicações, Criptografia de disco rígido
• Adicione seus próprios certificados e séries externamente
• Certificado de Ofertas e instalação de série apenas para usuários com SLIC existente 2,1
• Perfis de sistema automatizado (A aplicação combina com tudo para você)

• Esta será executado em sistemas x86 e x64
• Este pode ativar todas as versões do Windows, ao mesmo tempo
• Nenhum sistema de arquivos core são modificados
• Nenhum processo extra será executado assim que você não terá perda de memória RAM
• Todas as peças-chave da exploração são criptografadas com criptografia personalizada
• O Aplicativo é executado antes do Windows, tornando genuíno ao fazer o logon
• A aplicação irá selecionar o melhor perfil para seu sistema durante a instalação

Sistemas operacionais suportados
• Windows 7 Ultimate
• Windows 7 Professional
• Windows 7 Home Premium
• Windows 7 Home Basic
• Windows 7 Starter
• Windows Vista Ultimate
• Windows Vista Business
• Windows Vista Business N
• Windows Vista Home Premium
• Windows Vista Home Basic
• Windows Vista Starter
• Windows Server 2008 R2: Enterprise
• Windows Server 2008 R2: Standard
• Windows Server 2008 R2: Fundação
• Windows Server 2008: Enterprise
• Windows Server 2008: Standard
• Windows Server 2008: Fundação
• Windows Small Business Server 2008

Nota: Você deve estar executando o Build 7600 ou superior Windows 7 e Windows Server 2008 R2.

Instruções

1. Instale o Windows 7 (Não digite um serial durante a instalação).
2. Executar este como Administrador.
3. Clique em Opções Avançadas. (Opcional)
4. Escolha SLIC Matching e Certificado (Dell, MSI, etc) (Opcional)
5. Escolha de série (serial deve corresponder à sua versão do Win 7) (opcional)
6. Escolha uma opção nas versões loader (Opcional)
7. Clique no botão instalar. (Em software mod)
7. Aguarde Loader finalizar e reinicie.

Divirta-se!!

http://www.megaupload.com/?d=F72LUPKV


Viva a liberdade da foda. [Papo de Homem]

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por Felipe Neto
em 03/01/2009 às 18:19 | PrincipalSexo

 

Durante os séculos, o homem, e por homem refiro-me de fato aos portadores de pênis, mudou muitas vezes sua concepção de gosto pelo sexo oposto.

Passamos por todo tipo de peculiaridade. Houve a época das peludas, em que o “natural” era definido como “gostoso”. Houve a época das providas de maior massa corporal, vulgo “gordelícias”. Época das rabudas, Carla Perez era Rainha! E também a das peitudas. No fato por si só, apenas uma certeza, historicamente o homem é o comedor, o macho alfa, o que escolhe sua presa e só precisa convencê-la.

O embarreiramento, no entanto, ficava por conta de questões conceituais. O gordo, normalmente, come a gorda, o negro traça a negra, o muçulmano, só na muçulmana já casada e o nerd… Bem, o nerd não come ninguém. Ou assim eram os tempos, em um passado não muito distante.

Porém, com uma breve análise do comportamento atual, percebemos que, seja pela globalização ou o diabo a quatro, a chamada “tendência” diminuiu. Hoje há uma abrangência muito maior no que diz respeito ao universo corporal feminino. Não há de se encontrar, com tanta facilidade, aqueles que afirmam  transar com magras ou morenas. O quesito “estilo” passou a ter maior subjetividade.

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Gisele Bundchen prova que a magreza pode vir acompanhada de desejo. Em um universo onde sofremos por ver garotas passando fome para estabelecer padrões desumanos, a brasileira explode os hormônios de homens no mundo inteiro.

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Fergie encaixa-se na categoria que os homens definem como “cavala”. Gostosa em tudo. Forte, viril, o oposto do que poderíamos classificar como frágil. E dá um belo exemplo de como ser gostosa nos dias atuais.

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Chyler Leigh é o oposto de Fergie. Mocinha com toques refinados, rostinho de francesa, absolutamente frágil, como uma rosa aflorando na primavera. O tipo de mulher que muitos homens querem levar pra casa e dar pica carinho. Porém, mesmo nos toques mais finos, Chyler prova que é possível despertar todo o desejo sexual masculino.

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E por último, temos a musa de toda laje. Mulher melancia, com suas formas absolutamente recheadas, provando que mesmo as cheinhas podem ser classificadas como gostosas. Hoje em dia,carne conta. Como conta. E o Photoshop também. Vale ressaltar, entretanto, que a mulher-melancia continua a ser tratada, por muitos, como uma mulher magra e gostosa. Para esse tipo de caso, recomendo a utilização de óculos grau 25 ou uma bela surra de pau mole.

O divertido ao analisar estes tipos de comportamentos, é perceber que, ora porra, eu comeria as quatro! E você também. É claro que continuaremos a ter nossos gostos e preferências, mas o desejo principal nunca muda: sexo.

Gordas, magras, vesgas, cegas, frágeis, cavalas, negras, brancas, velhas, novas e até banguelas (humm). Em todo canto do mundo, tem alguém querendo comê-las. E elas, garanto, procurando alguém para realizar a tarefa. Sem limites, sem barreiras, somente pelo real amor ao momento, ou em alguns casos, pelo real amor.

E viva a liberdade da foda.


O autêntico Ferruccio Lamborghini | Homens que você deveria conhecer (13) [Papo De Homem]

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por Henrique Carvalho
em 21/11/2010 às 14:55 | AtitudeEntrevistas e perfis

 

Em um mundo tomado por aparências, leviandade e valores passageiros, autenticidade é uma palavra que nunca sai de moda. São poucos, porém, os capazes de movê-la da lista de adjetivos almejados para a de verbos conjugados.

A boa notícia é que, como poucos sabem conjugá-la, os poucos que se arriscarem já estão a um passo do sucesso, tanto na vida pessoal quanto na hora de dar vida a uma empresa.

 

Veja bem: o senso comum diz que o objetivo de uma empresa é lucrar. Isso faz tanto sentido quanto dizer que o objetivo do homem é respirar. Respirar, assim como lucrar, é o que mantêm a máquina funcionando. Não é, porém, o motivo pelo qual a máquina deseja continuar respirando. Mais do que simplesmente respirar, o objetivo de uma empresa pode ser melhor definido como o desejo de servir a um propósito e expressar um sonho.

De todas as empresas de sucesso, independente de números indicativos de tamanho ou faturamento, todas podem ser reconhecidas por uma métrica em comum: o valor de suas visões. Isso é o que as torna capazes de conjugar autenticidade e as distingue de todo o resto.

Uma história que ilustra bem essa teoria foi a de um senhor chamado Ferruccio Lamborghini.

Não é todo mundo que pode se encostar num carro que criou do zero.

Entre tratores, touros e italianos turrões

Tudo começou na Bota da Europa. Após servir como mecânico da força aérea italiana na Segunda Guerra, Sr. Ferruccio – Signore Lamborghini, para os chegados – retornou à terra natal e enxergou uma oportunidade na fabricação de tratores, utilizando sua habilidade em mecânica e peças encalhadas nos armazéns com o fim dos esforços de guerra italianos.

Pelos idos dos anos 50, a Lamborghini Trattori S.p.A. já havia se tornado a maior do país. Os negócios iam bem, o que permitiu ao nosso amigo voltar sua atenção para uma paixão latente. Não, não era pela professora boazuda do colegial, caro leitor. Sua paixão era por carros, daqueles velozes e luxuosos. Passaram por sua garagem Alfa Romeos, Lancias, Maseratis, Mercedes e até mesmo Ferraris, que considerava bons carros, apesar de muito barulhentos e desconfortáveis para carros de rua.

Lamborghini Jota

Reza a lenda que um dia, insatisfeito com a rigidez e alta manutenção da embreagem de sua Ferrari 250GT, peregrinou como um fiel cliente até Maranello para ter com o Sr. Enzo, munido de seu conhecimento em mecânica. Para sua surpresa, teria sido recebido com descaso pelo dono da vermelhinha, com o comentário de que “Não se fazia necessária a opinião de um construtor de tratores”.

Em vez de dar o beijo de Judas e marcar o Sr. Enzo de morte, nosso italiano turrão preferiu por uma alternativa mais construtiva: faria um carro melhor que a Ferrari, de acordo com sua visão do que seria um gran turismo ideal. No lugar do cavalo rompante, adotaria como símbolo o touro Miura – animal que o fascinara na visita a um tradicional rancho de criação de animais para touradas, em Sevilha, Espanha.

O resto é história. Guiado pela paixão por carros e crença no trabalho artesanal, herança da vinicultura na fazenda dos pais, foi capaz de por a fábrica para funcionar, ainda que produzindo na casa das dezenas e vendendo com prejuízos de início, para alcançar a visão proposta: construir um carro veloz, luxuoso e confortável, superior a Ferrari.

Vão-se os anéis, ficam os dedos

Desde então, produziu os primeiros modelos aclamados pela mídia especializada, o 350GT e o 400GT, e posteriormente modelos de boa vendagem como os Miura, Countach, Diablo, Murciélago e Gallardo. A fábrica passou por duas crises financeiras, sendo adquirida pela Chrysler em 1987 (que introduziu a marca nos EUA) e depois pela AUDI AG, em 1998.

Por mais que a empresa tenha sempre vivido financeiramente muito próxima de quebrar, o que de fato ocorreu nos períodos de depressão econômica, que derrubava as vendas no segmento de carros esportivos, isso não diminuiu o maior patrimônio que a empresa possuía: a visão de seu fundador que lhe confiava autenticidade, valor subjetivo e intraduzível em cifras como as investidas por Chrysler e AUDI AG.

Lamborghini Murcielago LP 640

É essa autenticidade que tornou possível continuar produzindo com qualidade e mantendo sua identidade até hoje, mesmo após tantas aquisições, mesmo depois de não estar mais sob os olhos do idealizador.

Quanto ao Sr. Ferruccio, cansou de lidar com as crises financeiras da fábrica, mudou-se para o interior da Itália, casou-se novamente aos 58 anos, teve uma filha e curtiu o resto da vida produzindo seus vinhos até falecer em 1993, aos 76. A marca que leva seu nome, no entanto, ainda respira e tem vida própria, com o compromisso de perpetuar a visão de seu fundador.

Este é o verdadeiro valor daquilo que é autêntico: nunca morre.

Lamborghini Diablo SVTT